A vida de Cosme e Damião

Cosme e Damião nasceram na Arábia no terceiro século depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram crentes em Jesus Cristo. Estudaram na Síria e lá se tornaram médicos. Receberam o apelido de anargiros, que quer dizer “Inimigos do Dinheiro”, pois não cobravam nenhum centavo pelo trabalho médico. Por trabalharem de graça se tornaram muito conhecidos e atraíam muita gente para ouvir a mensagem sobre o Salvador, Jesus Cristo, o filho de Deus.

O imperador romano Diocleciano que era muito mau e odiava os cristãos mandou Lísias para a cidade de Egéia, onde estavam Cosme e Damião, e sob o comando deste eles foram torturados e tiveram suas cabeças cortadas. Lísias mandou que eles adorassem ou se ajoelhassem diante das imagens e eles não o fizeram.

A Bíblia diz: “Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor, o teu Deus, sou Deus zeloso” (Êxodo 20.4-5). Eles morreram em 283 d.C. porque foram fiéis a Jesus Cristo. A Enciclopédia Universal Ilustrada Europeo-Americana, volume 15, páginas 1140-1142, relata esta história.

É interessante analisarmos que Cosme e Damião foram mortos por não se ajoelharem diante de imagens e não concordarem com a fabricação de ídolos e hoje muitas pessoas, sem conhecerem a história deles, como forma de veneração a eles fazem exatamente o contrário.

No dia 27 de setembro, muitas pessoas veneram as imagens de São Cosme e São Damião e distribuem doces gratuitamente. Entretanto, já vimos que essa adoração não é aprovada pela Bíblia e nem o foi pelos gêmeos que são venerados através das imagens.

Para um melhor entendimento sobre comer os doces que muitas vezes são consagrados em terreiros de macumba e centros espíritas, sugiro a leitura dos textos bíblicos a seguir: 1ª Coríntios, capítulo 8 e 10 e Romanos, capítulo 14.

Extraído e Adaptado do folheto “A Vida de Cosme e Damião” elaborado em parceria pela “Aliança Pró Evangelização de Crianças – APEC” e pelo “Centro de Pesquisas Religiosas – CPR”.
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