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Jesus Cristo é a nossa Páscoa

Há muitas “páscoas” misturadas nas culturas de hoje. Há mais enfatizada é a páscoa comercial dos ovos, barras e bombons de chocolate que, inclusive em alguns setores diferenciados da economia, que visam o lucro, há até o incentivo para entrega de ovos recheados com jóias, aliança de noivado, chave de carro novo, chave do apartamento novo ou da casa nova e até de valores em cheque ou dinheiro.

A páscoa da família gira em torno da fantasia das crianças, do coelhinho e dos ovos. As vendas de coelhos até aumentam. O almoço no domingo é cheio de alegria, chocolates, coelhinhos andando pela casa e um saboroso bacalhau com batatas, mais batatas do que bacalhau que nessa época custa os olhos da cara.

Existe a páscoa das restrições legalistas segundo alguns ritos e costumes religiosos. O Carnaval (festival da carne), que é na terça feira chamada “gorda”, marca o último dia em que se pode comer carne vermelha e manter relação sexual dentre outras restrições para o chamado período da quaresma (os quarenta dias após o Carnaval e que antecedem a Páscoa).

No Carnaval as pessoas abusavam e abusavam tanto no que seria então proibido que tiveram que criar a quarta-feira de cinzas (arrependimento) para propiciar o dia do perdão dos excessos pecaminosos cometidos na terça-feira gorda.

A páscoa sempre acontece depois da quarta lua cheia do ano, por isso quase sempre em abril. O Carnaval vem quarenta dias antes da páscoa e o Corpus Christi sessenta dias depois desta. Na páscoa temos a Sexta-Feira da Paixão (dor) de Cristo, o Sábado de Aleluia e o Domingo da Ressurreição.

A origem da páscoa remonta ao povo hebreu que passou a celebrar a libertação do cativeiro egípcio quando Deus mandou Moisés liderar o povo no êxodo do Egito. Naquele dia a morte passou por sobre a casa dos hebreus e os seus primogênitos nada sofreram, diferentemente do que aconteceu com os demais que não haviam apresentado em sacrifício um cordeiro imaculado, sem manchas, e selado suas casas com o seu sangue (Êxodo 12.1-51).

Cristo é a nossa Páscoa. A morte não tem mais efeito sobre nós, passa por cima. Fomos selados pelo sangue de Cristo, o Cordeiro que de uma vez por todas se apresentou como melhor e único sacrifício (Hebreus 9.28; 10.14, 18). Somos libertos do pecado e da morte (Romanos 8.1-2) “porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado” (1ª Coríntios 5.7). Para nós, então, Páscoa é redenção, o mais é fermento velho.

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Para elas, mais uma vez

O que diferencia o homem da mulher? Alguns diriam que é o corpo e seu organismo, outros diriam que são os cabelos longos, o charme, a beleza, a sensualidade, há ainda aqueles que afirmam que elas têm um sexto sentido que lhes dá condições de perceberem algumas coisas que para os homens passam completamente despercebidas e, é claro, a maior de todas as diferenças, a sensibilidade do coração.

Com raríssimas exceções, o coração feminino é muito mais meigo e dócil, muito mais carinhoso e caridoso, muito mais sensível e flexível, muito mais bondoso e generoso, muito mais solidário e igualitário.

Essas características que envolvem essa pureza feminil nas emoções das mulheres fazem com que elas sejam mais humanas e prontas para reagirem com amor às necessidades apresentadas ou impostas pela vida.

Entretanto, essa feminilidade pueril faz também com que elas sofram mais e se tornem mais dependentes e até mais carentes de uma recíproca em termos de amor que nem sempre ocorre. Elas amam mais e parece que recebem menos amor e quando isso ocorre sofrem mais.

A mulher que sabe aproveitar e extrair o máximo da singularidade de cada expressão de amor que devota ao próximo ou dele recebe, certamente consegue encontrar o verdadeiro sentido da vida como diz a Bíblia ao afirmar que a síntese da vida é o amor (Mateus 22.37-40; Romanos 13.8-10).

Contudo, tome muito cuidado, pois, algumas mulheres por perderem o verdadeiro significado do amor acabaram “amando demais”. Este “amar demais” revela a falta de controle das emoções e com isso a entrega a aventuras que fazem com que se sintam desprezadas e diminuídas no casamento, na família, na amizade, no trabalho e em tantas outras realidades.

Mulher, aprenda a amar a Deus, a si mesma e ao próximo que está diante ou distante de você e aprenda também a receber deles o amor. Mantenha sobre controle as suas emoções e ame, sabendo que quem ama sofre mais, porém, sabendo também que só quem ama é feliz. Sendo assim, ame.

“Para elas, mais uma vez”, por ocasião da passagem do Dia Internacional da Mulher.

Quando há ofensas na igreja

Apresento a seguir um resumo do texto de Jim Elliff e Daryl Wingerd sobre disciplina na igreja.

O link do texto é o seguinte: http://www.eleitosdedeus.org/igreja/disciplina-na-igreja-jim-elliff-daryl-wingerd.html

No tratamento de questões de disciplina na igreja, por motivos de ofensa pessoal, alguns passos devem ser rigorosamente respeitados. Uma ofensa de natureza pessoal acontece entre duas ou mais pessoas, membros da igreja, e se define como “qualquer comportamento pecaminoso da parte de um membro da igreja que prejudique o outro. Insultos, calúnia, violação, quebra de confiança ou acordo pessoal, abuso físico ou sexual, adultério, agressão física, furto, vandalismo e outros.” Para melhor entender a questão da disciplina é imprescindível a leitura dos textos de Mateus 18.15-35 e 1ª Coríntios 6.1-8.

1º Passo – Procurar a pessoa culpada e em particular explicar o motivo da ofensa permitindo-lhe se explicar e dando lhe a oportunidade para se arrepender e restaurar o relacionamento quebrado.

2º Passo – Se a pessoa culpada permanecer na mesma, a pessoa ofendida deve ter muita cautela antes de prosseguir. Se não for algo relevante para ser levado perante a liderança da igreja ou se a ofensa for impossível de ser comprovada, não deve ser levado adiante.

3º Passo – Se a ofensa for significativa e passível de ser comprovada, deve-se marcar um encontro no qual a pessoa ofendida poderá apresentar sua queixa à parte culpada na presença de duas ou mais testemunhas que devem ter presenciado a ofensa ou então que estejam entre elas preferencialmente o pastor da igreja e um ou dois outros líderes de comprovada maturidade. Devem ser avaliados os dois relatos e os questionamentos devem ser objetivos para ambas as partes, sem que haja oportunidade para o surgimento de outras ofensas. O objetivo é identificar as responsabilidades de cada um para que haja o apropriado aconselhamento bíblico e a resolução da situação.

4º Passo – Se a pessoa culpada, ainda assim, permanecer impenitente, mesmo após sua culpa ter sido comprovada perante as testemunhas, a questão deve ser levada ao conhecimento da igreja que lhe concederá oportunidade de confessar o seu erro e demonstrar o seu arrependimento. Em havendo necessidade deve haver um processo disciplinar que vise não só a repreensão, mas também a restauração da pessoa culpada. A igreja deve ser convocada e encorajada a buscar esta restauração. Em ambientes públicos devem ser evitadas de todas as formas possíveis as discussões e debates que conduzam a divagações e mais ofensas, além de um escândalo de monta maior, bem como deve se tomar muito cuidado com acareações, réplicas e tréplicas e outras questões que competem aos tribunais jurídicos…

Havendo a constatação de arrependimento do ofensor, ainda assim, há casos que exigem uma postura mais firme e contundente em relação a um processo disciplinar que vise restaurar o ofensor e proteger a igreja, evitando assim o alastramento da impunidade e o aumento da corrupção pecaminosa. A certeza da impunidade aumenta corrupção. Todas as oportunidades de perdão e restauração devem ser exercidas e concedidas de forma que quem sofreu a ofensa tenha sua dignidade preservada e quem ofendeu seja transformado, toda a igreja edificada e Deus glorificado.

A Bíblia nos orienta a sermos brandos e também severos no processo disciplinar. Cabe à liderança da igreja, sob a orientação do Espírito Santo, estabelecer os procedimentos a serem adotados com uma postura bíblica responsável em relação às partes envolvidas e cabe à igreja confiar na sua liderança orientação dada.


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Fases, propósitos e lições do perdão

Aprendi esses conceitos sobre perdão em conversas, palestras, mensagens, livros e blogs dos pastores e escritores João Falcão Sobrinho, Ed René Kivitz, Ariovaldo Ramos e Dalas Willard.

AS FASES DO PERDÃO
Reconhecimento
A ação do Espírito Santo de Deus em nós traz à tona a percepção de um erro cometido e então há a concordância pessoal e interior de que algo precisa ser feito para corrigir tal situação.

Confrontação
Quando não há o reconhecimento pessoal deve haver a confrontação. Conforme Mateus 18.15-20, quando alguém comete pecado contra nós, devemos repreender a pessoa em particular. Repreender significa literalmente “trazer à luz”, oferecer condições para que a pessoa tome consciência do seu pecado.

Arrependimento
Do grego metanóia (meta + nous) = expansão da consciência. A pessoa se arrepende quando toma consciência de algo que lhe estava encoberto. O arrependimento expande a visão e a consciência a respeito da vida e de fatos específicos que antes eram ocultos ao entendimento do homem natural que tem o entendimento limitado e que difere do homem espiritual que tem a mente de Cristo.

Confissão
Mais do que mera concordância, mas disposição de assumir o ônus do pecado cometido.

Perdão
Liberação da dívida impagável contraída pelo ofensor.

Restauração
Ausência de acusações e de sentimentos de culpa. Quando o relacionamento desfeito se refaz sem acusações ou lembranças recorrentes do mal feito ou sofrido.

OS PROPÓSITOS DO PERDÃO
Preservar a dignidade da pessoa ofendida

Um credor que não confronta seus devedores torna-se cúmplice conivente com um estilo de vida que insiste em contrair dívidas impagáveis, e nesse caso, torna-se também co-responsável pelas ofensas que sofre.

Transformar o ofensor
Uma vez confrontado com seu pecado, o ofensor tem a oportunidade de arrependimento, isto é, de tomar consciência das conseqüências dos seus erros e da maneira como vive, e escolher mudar de direção. Se não houver mudança de postura da parte do ofensor, o perdão acaba sendo unilateral em seus efeitos e portanto incompleto.

Manter a convivência de forma sadia
Dar continuidade a um relacionamento entre pessoas livres, pois as dívidas impagáveis mantêm ofensor e ofendido escravizados ao débito, isto é, vivendo em função de um pecado, de modo que seu relacionamento ou se dissolve, ou é mantido pela submissão obrigatória do ofensor aos caprichos do ofendido.

AS LIÇÕES DO PERDÃO
Desmascarar a prepotência humana diante de Deus e da vida
Assumir compromissos de pagamento de dívidas em relação a Deus e às pessoas é uma tolice, pois a dívida não é do tamanho da ferida causada, mas da pessoa ofendida. Quando Deus é o ofendido a dívida é eterna e nenhum ser finito pode pagar uma dívida eterna. Quando uma pessoa humana é ferida a dívida é infinita e a única maneira de quitar uma dívida infinita é abrir mão de existir, o que nenhum ser humano pode fazer (pode escolher morrer, mas não pode escolher deixar de existir).

Demonstrar o valor da pessoa e dos relacionamentos humanos
O perdão existe para dívidas impagáveis, isto é, para dívidas contraídas em relação a pessoas e pessoas possuem valor infinito.

Demonstrar que os relacionamentos não sobrevivem pelo mérito humano
Os relacionamentos sobrevivem apenas pela gratuidade. Somente o perdão de Deus e o perdão das pessoas às nossas dívidas impagáveis nos concedem a oportunidade de permanecer vinculados uns aos outros em amor. Amar é perdoar sempre. Como Deus fez por nós, nós fazemos uns pelos outros.



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Qual a forma certa de orar?

Não há uma fórmula certa para a oração. Porém, existem alguns princípios sobre a oração que devem ser entendidos.

1. FÉ
O primeiro princípio bíblico sobre a oração que devemos entender é a fé. O justo vive pela fé. Quem ora deve crer que Deus ouve e responde. Se duvida precisa aprender a depositar sua fé em Deus, conhecer o seu poder e sua graça, confiar, depender e subordinar-se. Hebreus 11.1, 6; Marcos 11.24.

2. CORAÇÃO
Deus não ouve as palavras, mas sim vê o coração. Ele julga de acordo com a intenção do coração. Jesus explicou isso na história do fariseu que orou apresentando um currículo cheio de qualidades e do publicano que confessou seus pecados. O que confessou foi ouvido e justificado, o outro sequer estava falando com Deus, pelo contrário, falava dele mesmo para ele mesmo. 1º Samuel 16.7; Mateus 6.6; 1ª Tessaloniceses 2.4; Colossenses 3.23; Lucas 18.10-14.

3. VONTADE DE DEUS
Quando alguém ora a Deus segundo a sua vontade pode ter a certeza de que ele ouve, e se ouve, atende. Não adianta orar a Deus contra o seu conselho, contra a sua santidade. Um coração afinado com a vontade de Deus busca primeiro conhecer para então pedir segundo aquilo que sabe Deus quer que aconteça. 1ª João 5.14, 15.

4. SUBMISSÃO
Alguns determinam diante de Deus. Em contraposição a essas interpretações um tanto duvidosas a submissão e a humildade devem prevalecer. Humildade é dependência, ausência de arrogância e de determinação que subordinam Deus. Submissão é entender que Deus pode nos dar agora, dar depois ou não dar aquilo que se pede, mesmo que se entenda ser sua vontade. Hebreus 5.7, 8.

5. JESUS CRISTO
Se você sofre, tem ansiedade, ore, ore em secreto, sem cessar e no nome de Jesus. Seja qual for a oração, Deus só a recebe por causa do sacrifício de Jesus. Não tem a ver nem com quantidade ou intensidade. Deus recebe você por causa da cruz de Cristo. Você só fala com Deus se o faz no nome de Jesus, se deixa claro que ousa chegar até o céu por causa do favor de Jesus, e se sabe que Cristo resolveu a pendência do pecado. Hebreus 10.19-23.

12 razões para fazer parte de uma igreja local


Há algum tempo recebi este texto por e-mail, e recentemente o vi no blog do Pr. Purim (www.teuchamado.blogspot.com), da IB Méier, e então decidi fazer algumas pequenas alterações para publicar aqui.

1. Pessoas de bom caráter e sinceras intenções estão em todos os lugares, mas as chances de encontrá-las na igreja são muito maiores;

2. Pelo fato de sermos falhos e convivermos com pessoas que também são falhas, estamos sempre expostos a influências de todo tipo, porém na igreja a maior influência que recebemos é a de um ambiente que preza pelo que há de mais nobre no ser humano;

3. Com a igreja estamos sempre aprendendo verdades espirituais;

4. A igreja celebra as vitórias pessoais e se apresenta nos dias difíceis;

5. A igreja estimula o desenvolvimento pessoal integral (saúde, finanças, educação, relacionamentos);

6. A igreja incentiva a manutenção e melhoria das condições sociais e relacionais (família, amizade, vocação);

7. Jesus promete estar presente quando duas ou mais pessoas se reúnem em seu nome;

8. Reunidos e concordes temos melhores condições de sermos atendidos em nossas orações e súplicas;

9. A igreja reunida possui autoridade espiritual muito maior que a de qualquer pessoa isolada (sobre as enfermidades, espíritos maus bem como para orientar e disciplinar);

10. Deus é glorificado quando estamos unidos, e nossa união se manifesta primeiramente na reunião;

11. O Espírito Santo fala à igreja reunida e não raras vezes diz à igreja o que não comumente alguém perceberia isoladamente;

12. Jesus ordenou estarmos juntos.

Uma indagação perturbadora



A seguir está um texto que o Novaes publicou em seu blog. Com o conhecimento histórico, a inteligência e sagacidade que lhe são peculiares ele escreveu este texto questionador sobre a realidade histórica do Haiti: http://www.carlosnovaes.blogspot.com/.

Uma indagação perturbadora
Desde as terríveis notícias do terremoto ocorrido no Haiti há uma semana, uma indagação perturbadora bate e rebate com insistência em nossa mente: como Deus permite uma tragédia dessas?

O pastor Pat Robertson, tele-evangelista pentecostal que apresenta o programa Clube 700, um dos mais acirrados porta-vozes do fundamentalismo norte-americano, afirmou que os haitianos estão sofrendo as consequências de um pacto com o demônio feito por seus antepassados para obterem a independência da colonização francesa.

É assim mesmo. Diante de catástrofes naturais — como o tsunami que atingiu diversos países do Oceano Índico em 2004 e o furacão Katrina que, no ano seguinte, destruiu completamente a cidade de New Orleans — ficamos perplexos e confusos. A existência de um Deus amoroso e misericordioso parece perder o sentido e, descartando a possibilidade de duvidar da sua bondade, alguns partem para uma interpretação oposta, e acenam com a ira divina como resposta.

Afirmar que a tragédia do Haiti foi um castigo de Deus por causa das crenças do povo na feitiçaria é, além de completo desconhecimento da revelação bíblica, uma colossal ignorância científica.

Para quem não sabe, os terremotos acontecem devido à acomodação das placas tectônicas e às falhas existentes entre blocos rochosos subterrâneos. Quando essas placas colidem, as ondas sísmicas se propagam na superfície e provocam vibração do solo, abertura de extensas falhas geológicas, deslizamento de terra e conseqüentes desabamentos de construções e edificações diversas.

Trata-se, portanto, de uma ocorrência natural que resulta em mortes, desabamentos e destruição apenas porque há cidades inteiras erguidas justamente sobre as fronteiras dessas placas rochosas.

Por outro lado, a miséria do Haiti é uma herança de imposições imperialistas do século 19. O Haiti foi o primeiro país das Américas a abolir a escravatura, em 1794, e — em consequência disso — sofreu um bloqueio comercial, patrocinado por pelos Estados Unidos e outros países escravistas da Europa, que durou décadas.

É uma herança também de governos ditatoriais e tirânicos, como o de Papa Doc e seu filho Baby Doc, apoiados pelo governo norte-americano durante os anos da Guerra Fria e o período da disputa com o comunismo de Cuba, a ilha vizinha.

Baseados em textos do Antigo Testamento, que já não podem mais ser lidos sem a filtragem da mensagem do Evangelho, pregadores esvaziados de qualquer compaixão e misericórdia apontam seus dedos hipócritas para o povo haitiano, sentenciando-os à condenação por idolatrias e feitiçarias — como se grande parte desses evangélicos neopentecostais modernos não pudessem também ser acusados de abominável feitiçaria e idolatria repugnante em cultos manipuladores e programas de televisão que mais se assemelham a sessões de curandeirismo em tribos africanas ou de rituais de pajelança em aldeias indígenas.

Afinal, perguntam descrentes empedernidos e crentes imaturos, como o Deus de amor e graça permite uma tragédia dessas?

Tragédia e sofrimento, meus caros, fazem parte da vida. A acomodação das placas tectônicas são movimentos espontâneos da natureza. Furacões e tsunamis também. No meio deles, encontram-se as sociedades humanas. Nem mais, nem menos do que isso.

Desgraça mesmo é saber que, como se não bastasse ter de conviver com as imprevisibilidades da natureza, os seres humanos produzem o efeito estufa, o aquecimento global, os desmatamentos, a contaminação das águas e a destruição da camada de ozônio por causa de esfaimada cobiça e desenfreado amor ao dinheiro.

Como os seres humanos continuam a promover tal destruição, apesar de saberem que eles mesmos serão as vítimas, é a verdadeira indagação perturbadora.








35 conselhos para tomar decisões

Provérbios 11,14
"Quando não há sábia direção, o povo cai, mas
na multidão de conselheiros há sabedoria ".

"Sem diretrizes a nação cai; o que salva é
ter muitos conselheiros. "- NVI



1.
Não tome decisões sem buscar o conselho de Deus (Jeremias 16,12; Provérbios 19,20, 21).

2. Na dúvida, não tome decisões precipitadas (Provérbios 18.12-13).

3. No momento crucial da decisão, se não tiver como adiá-la para um momento de maior convicção, tenha um mínimo de bom senso e opte pela forma mais tradicional, mais humilde, mais amorosa, mais misericordiosa, mais graciosa, mais modesta - mais cristã (Provérbios 15.21-24).

4. Cuidado com os conselhos que distorcem os valores do Reino de Deus (Jeremias 17.5-9).

5. Pense. Ore. Pense.

6. Que princípios da Bíblia podem nortear sua decisão?

7. Peça a Deus para lhe trazer à memória textos da Bíblia, estudos, mensagens e conselhos de homens e mulheres de Deus que possam auxiliar no processo de reflexão e tomada de decisões.

8. Cuidado com as experiências, sejam da Bíblia ou de outros crentes e até de não-crentes, busque princípios e não os fatos.

9. Analise os acontecimentos a sua volta - as circunstâncias também podem te direcionar, mas, cuidado, nem sempre uma porta aberta quer dizer sim e nem sempre um porta fechada quer dizer não.

10. Compartilhe seu problema com várias pessoas diferentes e veja qual seria a ação ou reação delas mediante duas ou três possibilidades de escolhas diferentes (Provérbios 24.5-6).

11. Converse com irmãos e irmãs em Cristo e com seus líderes espirituais sobre seu problema.

12. Na oração importa muito mais o que Deus fala do que o que você fala.

13. Muitas vezes Deus fala através do silêncio.

14. Em suas reflexões tome cuidado para não deixar seu coração enganar você.

15. A tradição pode nos ajudar muito no tempo de decisão. Via de regra só vá de encontro a ela se tiver uma orientação clara a esse respeito.

16. Tome decisões para cima, nunca para baixo, a não ser que tenha uma orientação bem clara a esse respeito.

17. Cuidado com suas convicções, elas podem estar te mantendo em uma zona de conforto.

18. Não comece a praticar e a decidir às pressas com todas as sugestões e dicas que as pessoas passam pra você; cuidado com as atitudes precipitadas.

19. Ouça ou relembre as orientações dos seu pais e dos mais velhos e mais experientes.

20. Para questões técnicas, busque orientação técnica, profissional e responsável.

21. Tenha um mentor com quem tenha encontros periódicos de orientação para a vida.

22. Na dúvida continue fazendo a última coisa que Deus mandou você fazer.

23. A dúvida pode revelar que você está precisando estreitar mais o seu relacionamento com Deus.

24. Leia o livro dos Provérbios na Bíblia, ele tem vários Princípios para a vida.

25. Na sua realidade, como Jesus faria, o que escolheria, qual seria a decisão dele?

26. Embora encontre uma resposta para a pergunta acima, vale lembrar que é na multidão de conselheiros que se encontra a sabedoria e que o temor do Senhor é o Princípio da sabedoria. Não esqueça, o seu coração é enganoso.

27. Faça uma revisão da sua trajetória de vida e veja alguns marcos espirituais que Deus estabeleceu. Os marcos espirituais indicam como Deus age na sua vida e como quer que você reaja.

28. Trave uma batalha imaginária entre a carne e o Espírito, o homem velho e o homem novo, a velha natureza e a nova natureza que estão dentro de você. A velha e a nova natureza têm propósitos contrários. Isso indica como Deus quer que você aja.

29. Alerta. Quando ouvimos muitas vozes, muitas delas se parecem com a voz de Deus. "Em meio a tantos sonhos absurdos e conversas inúteis, tenha o temor de Deus (Eclesiastes 5,7).

30. O maior de todos os medos é o medo de ter medo e depois é o medo de tomar uma decisão errada e se arrepender.

31. Pior do que a situação acima é se arrepender de não ter tomado uma decisão.

32. Geralmente, o pior momento para tomar uma decisão é o momento em que você tem que tomar uma decisão.

33. Se a sua decisão pode ser tomada fora da pressão e da ansiedade do tempo da decisão, é melhor deixá-la para depois.

34. Mas, se isso não for possível, não tomar a decisão ou postergar a decisão por si só já é uma decisão e nem sempre isso uma melhora sua situação.

35. Decida.


Mudando o viver

A palavra arrependimento na língua original do Novo Testamento, o grego koinê (grego comun), é metanóia. A palavra metanóia, por sua vez, é composta por duas outras palavras gregas: meta = além + nous = mente.

Arrependimento é mudança de pensamento e de atitude. Quem se arrepende leva sua mente a ver além do que via até então. Arrependimento é expansão da consciência. “A pessoa se arrepende quando toma consciência de algo que lhe estava encoberto.” Ed René Kivitz

Quando somos confrontados diante do pecado que cometemos, estamos sendo repreendidos. A repreensão traz à luz o erro e cria condições para que tomemos consciência do nosso pecado.

Uma vez cientes do erro, devemos confessá-lo a Deus. A confissão é mais do que mera concordância é a disposição de assumir o preço do pecado cometido.

Havendo a confissão, após o arrependimento que vem depois do reconhecimento, então vem o perdão que é a libertação da dívida existente e impagável.

Pela graça e misericórdia de Deus fomos alcançados pelo evangelho e a mensagem de Jesus para nós é: “O tempo é chegado. O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!” Marcos 1.15

Este é o tempo da salvação. Chegou a sua vez. Essa é a hora da mudança, não dá mais para viver do jeito que você vive. Deus não está longe de você, pelo contrário, ele está muito mais próximo do que você imagina, bem perto de você pronto para transformar a sua vida.

Por isso, não perca essa oportunidade. Arrependa-se dos seus erros, amplie, aumente, expanda, mude, transforme sua mente, sua consciência e deixe de lado os seus erros. Creia no poder do evangelho para provocar essa mudança e te libertar dessa prisão que não te deixa agir como Deus quer que você aja. “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” João 8.32

Otimismo ou esperança?


Com o início de cada ano sonhos surgem e ressurgem. Apesar das lutas e dificuldades do ano que passou, o novo ano chega com sonhos cercados de otimismo e esperança.

Os profetas do positivismo e da auto-ajuda ensinam o otimismo em todo o tempo nos livros e nas palestras. Como o mundo está cheio deles, inclusive algumas igrejas, as pessoas estão sempre bebendo da fonte do otimismo, que segundo Rubem Alves “é alegria por causa de: coisa humana, natural, tem suas raízes no tempo, se alimenta de grandes coisas. Sem elas, ele morre.” Por isso ele tende a ser passageiro.

Já nós, que verdadeiramente seguimos a Jesus Cristo, praticamos as profecias da esperança, da Palavra Sagrada, da ajuda que vem do Alto e que ensinam uma vida de submissão e compromisso com Deus. Rubem Alves disse que a “esperança é alegria a despeito de: coisa divina, tem suas raízes na eternidade, se alimenta de pequenas coisas.” Por isso perdura.

Começando pela esperança, Paulo nos convoca a uma vida de testemunho e submissão aos valores divinos: “Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração. Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem, e não os amaldiçoem. Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos. Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: Minha é a vingança; eu retribuirei, diz o Senhor. Ao contrário: Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele. Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Romanos 12.9-21).

Diante de nós fica então a oportunidade de decidir: otimismo ou esperança? Eu já escolhi Jesus Cristo, a única esperança.

continua na próxima página…


O fantástico no início de cada ano ou ciclo da vida é que perdemos a sensação de que a vida continua e ganhamos a sensação de que a vida recomeça.

Ou seja, a cada amanhecer sentimos que a vida continua do mesmo jeito, mas, a cada dia 31 de dezembro temos um sentimento profundo em nosso coração de que as coisas podem mudar e vão mudar para melhor, afinal de contas, agora, assim como o ano é novo, tudo se faz novo.

Na verdade a vida não está começando ou recomeçando, está apenas prosseguindo. Ocorre que a magia que nos envolve na virada do ano faz com que renovemos a esperança de que o novo ano vai ser melhor.

O que pensar e fazer então? O ano novo continua com a vida ou recomeça a vida? Depende. Se o ano que findou foi bom, queremos que a vida continue e que continue melhorando, é claro. Mas, se não foi tão boa assim, queremos que a vida recomece para ver se alguma coisa melhora – essa é a nossa esperança.

De uma forma ou de outra, como agentes do Reino de Deus, devemos manter acesa a esperança em Jesus Cristo, Senhor da nossa vida, que recomeçando ou continuando, deve estar à frente dos nossos sonhos, planos e projetos.

Sendo assim, seria bom que nesse continuar ou recomeçar da vida cada um de nós assumisse o compromisso de crescer na graça de Jesus em solidariedade, generosidade, bondade, misericórdia, perdão, favor, mansidão, domínio próprio e amor, frutificando no espírito e fazendo com que quem está a nossa volta glorifique a Deus através das nossas atitudes.

Intente em seu coração aplicar-se com perseverança nos seus projetos de forma que Deus seja sempre honrado em tudo neste novo ano.

Ah! Vire a página, pois a história da sua vida ainda não acabou, está apenas começando, ou será que é continuando…?

Deu pra entender em que eu acredito?

Adolescência: tempo de mudanças

Quando passamos da infância para a adolescência, muitas mudanças começam a acontecer. As mudanças biológicas e fisiológicas que ocorrem na chamada fase da puberdade incomodam por demais os adolescentes, em especial os mais novos. O corpo e a mente começam a se desenvolver e há perceptíveis mudanças nos interesses e comportamento.

Esse desenvolvimento ocorre de forma distinta para cada pessoa, o que demonstra que cada adolescente é singular em suas peculiaridades. Entretanto, ocorre também de forma generalizada, ou seja, o que acontece com cada adolescente, individualmente falando, acontece com todos os demais. Essas singularidades e generalidades fazem com que os adolescentes se estranhem e ao mesmo tempo se identifiquem e acabem formando suas tribos de iguais e de estranhos; uma verdadeira unidade na diversidade.

Cada galera tende a se formar pelos interesses que, por ser este um tempo de mudanças, acabam se alterando com muita facilidade. Por isso na adolescência os amigos e amigas sempre andam juntos e quase sempre estão “de bem”, mas, de uma hora pra outra deixam de estar. Essas alterações de humor e de personalidade são muito comuns. Alguns já deixaram essa fase há muito tempo e ainda não aprenderam a controlar e administrar es inconstâncias e precisam preencher essa lacuna.

Adolescentes, por serem inconstantes, quase sempre geram muita instabilidade no ambiente familiar. Os pais se sentem de mãos atadas e algumas vezes completamente impotentes diante das atitudes e reações de seus filhos e filhas. Estes e estas, por sua vez se sentem incompreendidos e por isso pressionados ou então abandonados pelo pai e/ou pela mãe, e assim surgem muitos “rebeldes sem causa” na adolescência. Cada adolescente vai reagir de uma forma distinta às pressões que lhe submetem, embora vá reagir também de forma semelhante aos demais.

Adolescentes, cuidado com suas rebeldias sem causa. Pai, mãe, cuidado com a ausência e com o excesso de disciplina e controle. Filhos, filhas, pais, mães, não se descabelem, isso não dura mais de seis anos ou oito anos. No demais, orem e não se desesperem, “lancem sobre ele a ansiedade de vocês, pois ele tem cuidado de vocês.”

Juventude: tempo de (in)decisão

Quando passamos da infância para a juventude, inúmeras responsabilidades chegam até nós e essas, por sua vez, nos levam a momentos em que devemos tomar decisões cruciais que, por serem cruciais, podem nos conduzir à vida ou à morte.

A fase em que devemos tomar as decisões mais importantes é cercada de indecisão. Dúvidas, questionamentos, incertezas, indefinições, falta de opinião quase sempre vêm da (i)maturidade e da (in)segurança quanto ao passado ou ao futuro.

Como a juventude é cercada de imediatismo e incoerência, não é incomum vermos prévia e/ou tardiamente algumas trágicas conseqüências na vida jovem.

Indecisão, imediatismo e incoerência têm produzido uma geração confusa e perdida. Ninguém sabe mais o que quer. “Quem não sabe o quer, acaba conseguindo o que não quer.” “Quem não sabe para onde vai, acaba chegando aonde não quer ir.”

Mas, perguntaria alguém: por que o tempo de decisão é também o tempo da indecisão? Simplesmente porque quem não precisa tomar decisão não precisa se preocupar com isso. Só fica indeciso quem tem de decidir. Por isso a juventude é reconhecida como a fase da (in)decisão, pelo fato de nela serem formadas ou tomadas as mais importantes e cruciais decisões para toda a vida: vocação, casamento, caráter e fé.

Tudo na vida de uma pessoa gira em torno dessas quatro áreas. Lógico que a fé (crença e manifestação religiosa) vai influenciar na formação do caráter (princípios e valores éticos e morais) e estas naturalmente vão impor limites nas definições quanto à delimitação vocacional (realização profissional) e nas escolhas que definirão a formação e a manutenção da futura família (vida conjugal e educação dos filhos).

Como é na juventude que essas circunstâncias se definem, é aí que você precisa ter convicção para decidir. Quanto mais cedo essas decisões são tomadas, maiores são as possibilidades delas serem imaturas. Entretanto, quanto mais elas são proteladas, menos maturidade se alcança para a vida.Trocando em miúdos, se você tinha alguma indecisão, agora ficou com muito mais – isso é juventude. Mas, te digo uma coisa: “A virtude está no meio”. Jovem, ore mais. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” V eja o que diz a Bíblia no texto de Tito 2.6.

Perdão e Liberdade de Coração


Uma das formas que o mundo tem utilizado para expressar o perdão é a que diz: “Perdoar não é esquecer”. Certamente é assim que muita gente diz que perdoa. Na verdade este é um falso perdão. O perdão de verdade apaga a transgressão, o ressentimento e mágoa do coração, anulando assim a dívida.

Na Bíblia Sagrada Jesus utilizou algumas palavras que expressam a visão espiritual e cristã quanto ao perdão: “Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”. Ou seja, se perdoarmos, mas não esquecermos, da mesma forma e com a mesma intensidade Deus não irá esquecer as nossas transgressões (Isaías 43.25).

Não estou aqui dizendo que a falta que o outro cometeu será aniquilada da memória, mas a dívida será aniquilada. A falta cometida, já foi cometida, mas a culpa será esquecida.
Precisamos aprender a efetuar o perdão na forma cristã, visto que temos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor.

O nosso perdão ao próximo deve ser uma conseqüência do perdão de Deus em nossas vidas. Ou seja, quem vai perdoar deve tomar a iniciativa assim como Deus tomou a iniciativa de nos perdoar. Deus enviou seu filho ao mundo para nos trazer o perdão, mesmo sem merecermos (Romanos 5.8).

Sendo assim, quem perdoa não esquece, mas também, não fica lembrando. Pois, de outra forma, parece que não perdoou, mas, fica remoendo a mágoa e se magoando cada vez mais.

Por isso existem muitos corações amargurados e muito ressentimento e lembranças recorrentes de ofensas que há muito já deveriam ter sido deletadas da memória. Corações saturados, vidas desanimadas e faces fechadas e carrancudas, via de regra, revelam corações aprisionados a mágoas não perdoadas quem sabe por dias, meses, anos e até décadas (Mateus 18.35).

“Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” (Colossenses 3.12, 13).

“Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” (Efésios 4.31, 32).

Quando se deve negar o perdão?


“Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim?”
Mateus 18.21
Até quantas vezes você deve suportar com perdão os ataques de uma pessoa de forma que sua integridade física e/ou sua integridade moral sejam aviltadas? Até que ponto a honra de uma pessoa pode ser destruída ou desmoralizada?

Até ponto nenhum! Ninguém tem o direito de desmoralizar, roubar, machucar ou magoar ninguém. Mas, como a natureza humana é pecaminosa, os relacionamentos são marcados por desentendimentos propositais ou “sem querer”.

Sendo assim, se não houver um acerto de contas maduro que conduza ao perdão de coração, que é o verdadeiro perdão, a auto-imagem da pessoa ofendida vai ficando cada vez mais diminuída e humilhada e a pessoa ofensora se torna cada vez mais culpada e/ou arrogante. Nesse estágio, o relacionamento está corrompido e para se desgastar e morrer, não falta muito.

Então, como ninguém tem o direito de ofender ninguém, é preciso zerar a situação com o perdão, pois, quanto mais se tenta consertar o erro, pior fica. Por isso a parte ofendida deve abrir mão do seu direito e perder algo. Essa perda é um perdão (aqui vale até o trocadilho no aumentativo). É uma opção, zerar a dívida para restaurar a convivência.

Mas, se as ofensas continuarem, o que fazer? A melhor saída é manter uma sistemática de acerto de contas periódica para que os erros e ofensas sejam reconhecidos e haja arrependimento e novas posturas. Assim o perdão tem sentido, pois torna válida a perda sacrificial que a parte ofendida assumiu.

Entretanto, se a postura de ofensa continua é preciso haver repreensão para que a ofensa não grasse na convivência e o perdão se anule. Sendo assim, a melhor forma de repreensão é a negação do perdão que traz sentimento de culpa e afastamento que por sua vez “podem” conduzir a parte ofensora a refletir e decidir assumir uma nova postura diante da parte ofendida que não mais será humilhada e destruída.

Você só pode conceder o perdão se ele tiver significado, assim como Deus, só perdoa quando há transformação real.Leia Provérbios 19.19 e medite em Mateus 18.15-35 sobre como Deus retira o perdão de quem não o merece. Mas, tome cuidado, reter perdão como forma de vingança não é uma atitude sábia e espiritual.

Responsabilidade Social = Amor e Justiça


A preocupação, a reflexão e a ação da igreja em torno das questões sociais devem ser uma tônica na vida de cada pessoa que a integra bem como de cada ministério que forma sua estrutura e da liderança em especial. A igreja expressa sua fé de forma prática através do seu compromisso com a sociedade de modo geral.

Na expressão da sua fé a igreja deve pensar e agir especialmente com o intuito de fazer valer a justiça, visando minorar a dor e o sofrimento dos menos favorecidos.

Para ter uma ação mais efetiva a favor destes, a igreja deve sobretudo, ter iniciativas diretas e objetivas em torno da comunidade e especialmente das famílias que nela habitam e estender seu alcance até os mais longínquos limites possíveis.

As propostas da igreja que dizem respeito à justiça social devem abranger iniciativas de instrução e conscientização política, formação profissional, promoção da cultura, do lazer e do esporte, assessoria à comunidade nas áreas jurídica, médica, psicológica e sexual, orientação sobre prevenção e recuperação do alcoolismo, toxicômanos e dependentes químicos, além do socorro emergencial e às vezes contínuo com cestas básicas e também a melhoria da moradia e do meio-ambiente, sendo esta última iniciativa um conjunto de ações sobre o bem-estar da população que tratem sobre saúde pública, planejamento familiar, ecologia e desenvolvimento sustentável de forma que se preserve e valorize a vida e o planeta em que vivemos.

Logicamente a inserção comunitária nas vias políticas se faz necessária, mas, sempre com estritos valores éticos e morais que visem recuperar e salvar as estruturas do sistema que são corruptas e corruptoras e estão em estado de apodrecimento.

As bases da justiça social estão na própria Bíblia, a palavra de Deus, através das revelações e ações proféticas, da mensagem do Reino de Deus testemunhada por Jesus Cristo e na vida prática dos cristãos da era apostólica. A história do cristianismo ainda mostra a participação da igreja em ações localizadas, em documentos e em confissões que registram a fé cristã de forma prática, em especial quando houve um genuíno avivamento na igreja.

Contudo, muitas igrejas ainda são omissas. Por isso devemos perguntar: Qual a nossa preocupação? Temos refletido sobre isso? Temos feito alguma coisa? O que dizer, por exemplo, a nossa comunidade sobre: Dengue, lixo, planejamento familiar, esgoto, orientação sobre o estudo para crianças, adolescentes e jovens, cuidados com a terceira idade...? Fica aqui um alerta. Preocupe-se, pense, tome a iniciativa, faça alguma coisa.

"Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus." Miquéias 6.8.

A Propósito do Dia Internacional da Mulher


O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é um marco dos feitos alcançados pela mulher nas áreas econômica, política e social. Vários fatos remontam ao seu surgimento como uma suposta greve de mulheres empregadas na indústria têxtil em 8 de março de 1857 em Nova Iorque, o que conduziu à morte de 129 operárias que teriam sido queimadas vivas em uma fábrica, a greve de 86 dias de novembro 1909 a fevereiro de 1910, e do incêndio de 25 de março de 1911 que matou 146 pessoas, a maioria mulheres, além da greve de 1917 na Rússia, sempre para exigir a redução para 12 horas de trabalho, melhores salários e o direito ao voto.

A primeira celebração deste dia se deu em 28 de fevereiro de 1909, embora foi em 1910, na 2ª Conferência da Mulher Socialista que ele foi estabelecido em 8 de março. Esta data foi revitalizada pelo feminismo na década de 1960 e em 1977 a ONU o reconhece.

Deus fala claramente aos homens de hoje que agem como ditadores e tratam as mulheres como empregadas e objetos de prazer sexual, bem como às mulheres que querem se sobrepor aos seus maridos pelo grito, pela ameaça, pela reclamação ou pela chantagem.

Fala ainda às mulheres que ao longo da história têm lutado pela sua liberdade e valorização e acham que com a beleza encontrada nos salões de beleza e seus cosméticos, nas roupas e nos sapatos das lojas de shopping, a um altíssimo custo, vão atrair o amor, o respeito e o valor verdadeiros de “homens que não são verdadeiros”. Mal sabem elas que assim se desvalorizam e escravizam cada vez mais ao tentar atrair, seduzir ou comprar os homens com a sexualidade e a beleza exterior, que, diga-se de passagem é mesmo muito bela, mas, só por fora.

A Bíblia diz assim: “(Mulheres) a beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e jóias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece; beleza demonstrada num espírito dócil e tranqüilo, o que é de grande valor para Deus. (Homens), sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações.” 1ª Pedro 1.3, 4, 7.

Mulheres, sejam livres e valorizem-se para serem respeitadas. Vocês precisam. Vocês merecem. Sejam cada vez mais belas para trazer brilho e encanto à vida dos homens, embora não mereçamos tanto. Sejam belas por fora, mas sobretudo por dentro – com a beleza que vem do interior. " A alegria do coração transparece no rosto, mas o coração angustiado oprime o espírito." Provérbios 15.13.

MCTP

Princípio Religioso Evangélico


Por princípios religiosos, evangélicos,
não ouço rádios evangélicas.


Liderança Capacitadora


“Liderança não é opcional, é essencial.”

“É muito mais fácil relatar o que os líderes fazem
do que descrever o que eles são.”

“A boa liderança é, na maioria dos casos, indefinível.”

“A liderança forte cresce nos momentos
de grande tensão e desafio.”

“Os líderes eficientes são aqueles cuja influência
inspiradora desperta outros para seguí-los.”

“O líder cuja influência demonstra mais eficiência
é aquele que se dá bem com as pessoas.”

“É falsa a impressão de que todos os líderes têm que ter o mesmo temperamento. Alguns são do tipo muito exigentes
cujo estilo é corajoso, ruidoso e forte. Mas outros, igualmente eficientes, podem ser muito mais calmos. Eles raramente erguem a voz acima do nível de conversação.”

“Os líderes devem ter um alto grau de integridade,
determinação e coragem.”

“Tire a liderança e logo a confusão substitui a visão.”

“A liderança de uma pessoa é facilmente perceptível quando se atravessa a porta de entrada de sua casa.”

“Líderes com poder e cérebro são comuns. Também
os líderes com riquezas e popularidade.”

“Um líder competente cheio de integridade e habilidade, associado à sinceridade, realmente é raro.”

“Há uma linha fina, porém bem definida entre ser um líder
que se dá bem com as pessoas e ser alguém que tem
que agradar as pessoas (a todo custo).”

“Eu não posso pensar em alguns ingredientes mais fundamentais para ser um bom líder do que conhecer a si mesmo – e aceitar a si mesmo – e sentir-se seguro
consigo mesmo dentro de sua própria pele.”

“Nenhum líder bem sucedido mantém o respeito de outros sem tomar decisões que inevitavelmente
não agradarão a todos.”

Charles Swindoll, em seu livro: “Nunca É Tarde Para Um Novo Começo”

Um Coração Generoso


A generosidade é uma das muitas virtudes que deveriam permear a vida do homem e da mulher que se propõem a ter o cristianismo como estilo de vida.

De uma certa forma muito se fala sobra a generosidade na vida cristã, embora ela seja muito pouco vista em termos de expressão de vida. Sua maior aplicação fica por conta de líderes religiosos que, de boa ou má fé, utilizam-na junto à boa fé do povo para levantar recursos financeiros visando o sustento de um ministério ou campanha especial.

Isso é bom e ruim, dependendo da intenção, do meio e do fim a que se destinam os recursos levantados, bem como da possibilidade do povo que na sua maior parte tem sido explorado em seu raso e fraco sustento.

A fé que move a pessoa a contribuir com dízimos e ofertas desenvolve convicção em relação a este ato de devoção pessoal e gera esperança em relação ao futuro que é entregue nas mãos daquele que dá a provisão diária para o sustento e faz com que a generosidade seja devidamente proporcional a estes dois sentimentos.

No cristianismo ninguém deve se omitir da responsabilidade na mordomia que é a administração da vida, sobretudo no uso dos talentos e dos bens e suas aplicações no serviço e sustento da igreja.

Há, porém, uma outra faceta da generosidade que deve ser aplicada na vida cristã. Nesse ponto a generosidade se contrapõe ao egoísmo. Há muita gente que se diz cristã, mas ainda não o venceu e com isso não sabe partilhar e compartilhar com quem necessita. Não sabe dividir um lanche, um pacote de biscoito, uma roupa, um passeio, uma carona, o conhecimento, a fé, a dor, a alegria; gente que não é generosa no objetivo nem no subjetivo. Veja as orientações bíblicas em 2ª Coríntios 9.6-15 e 1ª João 3.17 e 18.

O coração voluntário


Não é aquele que é servido,
É aquele que serve.

Não é aquele que busca somente seus interesses.
É aquele que busca também os interesses dos outros.

Não é aquele que quer reconhecimento e elogios.
É aquele que tudo faz sem nada esperar receber.

Não é aquele que espera o pedido de ajuda.
É aquele que está sempre procurando ajudar.

Não é aquele que espera o pedido para fazer algo.
É aquele que faz antes de lhe darem algo para fazer.

Não é aquele que é cheio de mesquinharia.
É aquele que é cheio de generosidade.

Não é aquele que é cercado de maldade.
É aquele que é pleno de bondade.

Não é aquele que visa derrubar e destruir.
É aquele que busca construir e edificar.

Não é aquele que faz as coisas por amor a si.
É aquele que faz as coisas por amor a Deus e ao próximo.

Não é aquele que abandonou o primeiro amor.
É aquele que pratica as primeiras obras.

O coração voluntário é aquele que está disponível
para tomar a iniciativa de fazer, com amor,
aquilo que tem de ser feito.

Perdão é morte que gera vida


No Antigo Testamento, no dia da expiação, a pessoa pecadora deveria apresentar um animal em sacrifício a Deus para receber o perdão. No Novo Testamento, no dia da crucificação, Jesus Cristo se apresentou de uma vez por todas como único e melhor sacrifício para expiar eternamente os pecados de toda a humanidade.

As duas realidades tinham por objetivo satisfazer a necessidade de justiça e santificação da parte de Deus. Isso porque a ofensa do homem diante de Deus, que é puro, não pode ser ignorada; ela mancha a dignidade daquele que é o criador de todas as coisas, inclusive do homem.

Deus não admite o pecado. Por isso o preço do pecado é a morte. A pessoa que peca assume uma dívida que vale a sua própria vida, pois, não importa a origem, a intensidade, os efeitos ou o “tamanho” do pecado, mas sim a corrupção e a deterioração do caráter que vão de encontro à santidade divina.

Sendo assim, quando a imagem e a semelhança de Deus impressas na alma humana ficam manchadas pelo pecado a convivência do homem impuro com o Deus santo se torna impossível. Por isso o homem tem de morrer. O homem não tem mais o direito de viver. Deus não criou a humanidade para viver em pecado. Portanto, ao homem, quando peca, só resta a morte.

É exatamente aqui, neste ponto, que se manifesta a graça divina. Deus estabeleceu a expiação e a propiciação dos pecados. A expiação é a anulação do pecado e a propiciação é a substituição que se dá nesse processo de anulação por meio de um cordeiro puro e imaculado que representa o homem pecador ao ser sacrificado.

Se o salário do pecado é a morte, não há como fugir dela. Então, para que o ofensor não tenha que morrer, Deus, por amor, anula o pecado com o sacrifício substituto. A morte tem de ocorrer, pois ela significa a morte do pecado que ofende a Deus. O sacrifício (a morte do cordeiro) simboliza a aniquilação da situação pecaminosa em substituição à morte do pecador.

Isso é salvação. O homem é salvo da morte a qual está condenado por ser pecador. Alguém tem que pagar o preço da morte para que o homem continue vivo. No AT um cordeiro, no NT O Cordeiro, Jesus Cristo (Hebreus 9.11-10.18).

O jogo do poder

Há quem diga que para se conhecer o caráter de uma pessoa basta dar-lhe um pouco de poder. A fascinação pelo poder é tão grande que alguns para obtê-lo ou nele se manter são capazes de fazer qualquer coisa, inclusive vender a dignidade e a moral que têm.

O desejo de estar por cima faz com que pessoas passem por cima de tudo e de todos para obter ou continuar com o poder. A luta pelo poder pode ser uma busca disfarçada para obter popularidade, dinheiro, status ou para suprir uma carência afetiva e emocional – ter atenção e reconhecimento.

Quem busca o poder por estes motivos, o faz por ele poder conferir todos estes anseios disfarçados. Entretanto, quando o motivo principal não é o adequado, situações drásticas começam a acontecer no processo da liderança.

Para que se tenha o poder, é preciso que haja o dom da liderança; não a imposta, mas a que é conquistada. Quem precisa correr atrás do poder é porque não tem liderança nem condições para exercê-lo. O poder corre atrás dos líderes. Mas, infelizmente, por alguns confundirem liderança com falar mais alto, carisma, status e outras características, acabam conferindo poder a pessoas que não deveriam tê-lo, logicamente fruto do favoritismo, do fisiologismo, do nepotismo e também do despotismo, ou seja, do corporativismo.

É exatamente nestas circunstâncias que se vê o jogo do poder. Quem não tem condições de ter precisa jogar para ter e manter. Quem tem o poder e a liderança por dom e por natureza precisa lutar, com ética e dignidade, para se defender das armadilhas vis e sem ética dos falsos líderes e também para preservar desses maus e corruptos líderes a função e o grupo liderado, que geralmente é quem paga o preço.

Quero aqui deixar dois objetivos básicos pelos quais escrevi estas palavras. O primeiro é retratar o que acontece na atual conjuntura do cenário político nacional. O que passa diante dos nossos olhos através da mídia é estarrecedor. O sistema ou o jogo do poder é corrupto e corruptor. O segundo e mais importante é sobre o jogo do poder no âmbito eclesiástico com guerras para ocupar posições e para minar o ministério dos outros. Leia, mas, leia mesmo: Tiago 3.1-18; 4.1-17; Hebreus 13.7,17,18; 1ª Timóteo 5.17-21; 6.3-10; 2ª Coríntios 10.7-18; Romanos 12.6-8.

O poder da visão de Deus



De um certo ponto de vista os líderes são líderes porque recebem de Deus a capacidade de visualizar na vida de seus liderados e no ambiente em que lideram o potencial para o desenvolvimento de projetos específicos ou a determinação de um estilo de vida que impacte outras vidas.

Por isso, diferente do que pensam alguns líderes, entendo que o propósito de Deus ao nos dotar com a capacidade da liderança não é para que nós, líderes, definamos a visão de ministério, mas, para que nós, líderes, encontremos no povo que lideramos a visão. Líderes passam, o povo continua. Visto isto, os líderes não devem determinar a visão para o povo, mas sim identificar a visão de Deus existente no meio do povo.

Ao invés de o líder chegar e modificar toda a realidade, ele precisa modificar a sua realidade e moldá-la ao que Deus já está realizando no meio do povo. Quando o líder chega a uma função ou ministério específico, Deus já está trabalhando com a gente daquele lugar. Deus nunca para de trabalhar. Eu só tenho que descobrir em que lugar e de que forma ele está ou quer trabalhar com o povo.

Toda visão só será uma visão de poder se ela estiver de acordo com o que Deus está realizando, não de acordo com os meus planos.

Certo pastor estava orando e pedindo a Deus a visão para o seu ministério e depois começou a escrever algumas idéias e projetos. Em um dado momento ele disse que sentiu alguém cutucando seu ombro e ele, tão compenetrado nos projetos da obra de Deus, perguntou sem olhar para trás: “O que é?” E a voz retrucou: “O que você está fazendo?”. Ele disse: “Estou estabelecendo a visão de Deus para minha igreja”. Aí a voz ressoou: “Com licença! Visto que a igreja é minha e o projeto já está pronto, eu posso te dar algumas dicas?”. Era o dono da obra – Deus!

Muitas vezes queremos fazer de nossos projetos pessoais a obra de Deus ou pior, da obra de Deus os nossos projetos e impérios pessoais, e o povo de Deus e o próprio Deus que se moldem a nossa visão. Cuidado líder. Deus já está fazendo a sua obra. Você só será um bom líder se visualizar o que Deus já está fazendo, pois sem ele você não pode fazer nada. Veja João 5.17, 19, 20:



"Disse-lhes Jesus: Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando. Eu lhes digo verdadeiramente que o Filho não pode fazer nada de si mesmo; só pode fazer o que vê o Pai fazer, porque o que o Pai faz o Filho também faz. Pois o Pai ama ao Filho e lhe mostra tudo o que faz. Sim, para admiração de vocês, ele lhe mostrará obras ainda maiores do que estas."

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